Um carro em excelentes condições é valorizado no mercado de usados e, por norma, garante melhores negócios. Por isso, muitos condutores questionam-se se devem fazer revisão do carro antes de vender.
O recomendado é efetuar a revisão, porque potencia o bom estado do automóvel e, consequentemente, o seu valor. Mas, se o veículo não estiver em perfeitas condições, a revisão poderá não ser vantajosa.
A resposta a esta questão não é assim tão clara, pois depende de vários fatores. Por isso, convém perceber a importância da revisão do carro e como esta pode ajudar a vender o seu automóvel.
Uma revisão carro tem como objetivo maximizar a durabilidade do automóvel e antecipar potenciais danos (ou identificá-los caso já existam). Daí, ser recomendado efetuar a revisão anualmente.
Um carro usado com as revisões em dia é mais valorizado que outra viatura sem esta inspeção. Um comprador sente-se mais seguro ao comprar um veículo com manutenção recente e sem problemas mecânicos evidentes.
Além disso, apresentar um histórico de manutenção mostra que o automóvel foi bem cuidado e inspira mais credibilidade no momento de venda.
No entanto, deve analisar se os custos da revisão do carro compensam face ao retorno financeiro. Caso estime ter uma ligeira margem de lucro, investir numa revisão poderá não valer a pena.
É recomendado que as revisões sejam o mais completas possível de forma a antecipar possíveis problemas. Contudo, como o objetivo é vender o carro usado, a inspeção não tem de ser tão detalhada.
Ainda assim, a revisão do carro deve analisar os elementos essenciais para a segurança e funcionamento do veículo, como:
Óleo e filtros: verifique o nível do óleo e, caso esteja baixo, procure uma oficina para realizar a troca;
Pastilha dos travões: examine o estado das pastilhas e dos discos e certifique-se que o pedal responde corretamente;
Pneus: observe os pneus para garantir que não estão desgastados. Se estiverem abaixo dos 1,6 mm de profundidade devem ser substituídos. Verifique também o desgaste, porque caso seja irregular poderá ter de alinhar a direção;
Direção: esteja atento ao volante para que este não tenha folgas ou faça barulhos incomuns ao girar;
Iluminação: confirme o funcionamento de todas as luzes;
Bateria: teste a bateria, as falhas elétricas são um dos principais motivos de desistência por parte dos compradores;
Carroçaria e interiores: limpe os interiores e tente disfarçar alguns riscos. Uma limpeza profunda melhora significativamente a primeira impressão e pode fazer a diferença na negociação.
Fazer a revisão não implica reparação do carro para a venda. Apenas deve garantir que estes pontos estão em ordem para tornar o carro mais atrativo e, assim, aumentar as hipóteses de conseguir um bom preço na venda.
Em alguns casos, investir em novas peças pode aumentar significativamente o valor da viatura e torná-la mais apelativa.
As peças que mais valorizam um automóvel são as exteriores - carroçaria e pneus. Um carro batido, com riscos ou sinais de ferrugem transmitem um aspeto descuidado. Dificilmente conseguirá fechar negócio ou ter retorno financeiro. Pode tentar substituir alguns desses componentes exteriores danificados por peças usadas, como, por exemplo, os retrovisores, puxadores externos ou grelha frontal.
Já os pneus desgastados podem levar um comprador a pedir um desconto. O novo proprietário terá de investir em novos pneus assim que comprar o carro, por isso irá pedir uma redução do preço.
Relativamente às peças vitais, como motor ou caixa de velocidades, nem sempre compensa trocá-las devido ao seu elevado valor. Nestes casos, pode ser melhor vender o carro assim e ajustar o preço de venda em conformidade.
Um histórico de manutenção bem documentado pode ser um trunfo na venda do automóvel. Por isso, o ideal é guardar os comprovativos das revisões e das reparações de carros.
Os documentos a apresentar incluem faturas de revisões do carro e trocas de peças efetuadas, registos do livro de revisões da marca (se aplicável) e o relatório da última inspeção automóvel, que comprova que o veículo passou sem problemas.
Esta documentação, além de garantir confiança, pode ajudar a justificar um preço mais elevado e evitar dúvidas do comprador.
Caso esteja na dúvida entre arranjar o carro ou vender assim, analise antes demais o custo-benefício das reparações. Se o custo do conserto for inferior ao retorno que poderá conseguir com a venda, então vale a pena fazer a revisão e reparar.
No entanto, caso o automóvel já tenha muitos anos e um baixo valor de mercado, pode não compensar investir em profundas reparações. Mas, se os danos forem fáceis de resolver, ainda poderá valer a pena corrigi-los para evitar que o comprador tente negociar um desconto maior.
A regra é perceber primeiro o retorno que poderá alcançar com a venda e depois analisar o investimento. Por norma, pequenos consertos e revisões de carro compensam, enquanto reparações caras nem sempre trazem o retorno suficiente.
Se não quer gastar dinheiro na reparação do carro antes de vender e prefere um processo rápido e sem burocracias, o Clica e Vende Carro pode ser a solução ideal.
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